The Meaning of Stuff * Die Bedeutung von Sachen * La Signification des Choses * Il Significato delle Cose * Det Menande av Saker * смысль вещей * De Betekenis van Dingen * المعنى الأشيا * El Significado de las Cosas * כוונת הדברים
Curiosa a presença do pé em palavras onde não seria de suspeitar…Com base na raiz Indo-Europeia “ped-“
Podium(pedium?):
1. Antípoda: literalmente, o tem os pés no lado oposto. 2. Pecado: um tropeçar… 3. Pedigree: As linhas de sucessão são parecidas com o pé de uma ave (grou)?
Qualquer hotel hoje em dia não passa sem um “spa”, designação que a alude a actividades “saudáveis” como a natação, a sauna, etc.
Diz-se que a palavra "spa" deriva da expressão latina "salute per aqua", que traduzindo à letra significa "saúde pela água". Alguns sites de internet avançam com outras explicações para o acrónimo: "Salus Per Aquam”, "Sanitas Per Aquam", etc.
É etimologia popular. Na verdade, a palavra advém do topónimo Spa, a célebre estância termal belga (Aquae Spadanae para os romanos).
Been there, done that: este blogger já correu, em competição, no circuito de Spa-Francorchamps!
Ao contrário do que nos é dito, 1989 foi um ano muito mais importante que 1968. Em 1989 caiu o muro e foi inventada a www. Dois acontecimentos condicionantes da vida mundial.
É curioso como parece que tudo se passou há pouco tempo, e não, efectivamente, há vinte anos. A voragem do tempo…
Neste filme, Vinicius canta uma saudade de um tempo apenas dezasseis anos anterior ao da canção. A primeira parte é “Carta ao Tom 74”, de Vinicius e Toquinho. A segunda parte da canção é a “Carta do Tom”, a resposta de António Carlos Jobim, em 1977.
A “Rua Nascimento Silva, 107” era a residência de Jobim. Este ensaiava com a cantora Elisete Cardoso as canções de “Canção do Amor Demais”. Ora este disco - pedra fundamental da bossa nova - é de 1958. A saudade do Rio que se perdeu é cantada por Vinicius em 1974. Dezasseis anos. O que se diria hoje...
"Tarde en Itapoã es una curiosa canción, la hicimos Toquinho y yo en una tarde de total vagabundaje por esta maravillosa playa de Bahía, que ya fue celebrada por el gran Caymmi en una cancion inmortal que ustedes probablemente conocen.
Es una cancion que habla de un dia, de una tarde en que paseamos Toquinho y yo por esta playa en shorts de baño, chupando una cachaçita, si, a veces beviendo una agua de coco y despues, con la mirada perdida en el encuentro de cielo y mar, bien despacito …. parece que sentimos toda la tierra rodar"
Introdução de Vinicius a "Tarde em Itapoã", La Fusa de Buenos Aires
Edu Lobo e Sérgio Godinho. Música de Edu Lobo. Mais uma das poesias de separação de Vinicius...
Porque sempre foste a primavera em minha vida Volta pra mim Desponta novamente no meu canto Eu te amo tanto mais, te quero tanto mais Há tanto tempo faz Partiste
Como a primavera que também te viu partir Sem um adeus sequer E nada existe mais em minha vida Como um carinho teu, como um silêncio teu Lembro um sorriso teu tão triste
Ah, Lua sem compaixão, sempre a vagar no céu Onde se esconde a minha bem-amada? Onde, a minha namorada? Vai e diz a ela as minhas penas e que eu peço...
Peço apenas Que ela lembre as nossas horas de poesia Das noites de paixão E diz-lhe da saudade em que me viste
A equipa de reportagem encontra Prokofiev na sua dacha, a tocar a valsa da cena 5 de “Guerra e Paz”.
Sergei Sergeyevich, talvez possa falar aos nossos espectadores sobre o seu trabalho?
Bem, neste momento estou a trabalhar numa suite sinfónica de valsas, que irá incluir três valsas de Cinderela, duas valsas de Guerra e Paz e uma valsa da banda sonora do filme "Lermontov."
Guerra e Paz foi brilhantemente produzida em Leninegrado, onde o compositor Chishko fez uma actuação especialmente digna de registo como tenor, com um desempenho soberbo no papel de Pierre Bezukhoff.
Para além desta suite, estou a trabalhar numa sonata para violino e piano, e, uma vez concluída, darei continuidade ao trabalho na sexta sinfonia, que comecei o ano passado.
Acabo de concluir três suites do ballet Cinderela e irei agora entregar a partitura aos copistas para escrita das partes, pelo que provavelmente as suites irão já ser tocadas no início do Outono.
Portugal foi a primeira potência ocidental a chegar à China (e a última a sair…). É, como se diz agora, um país “incontornável”, no que à porcelana da China de exportação diz respeito.
Finalmente aparece entre nós uma obra sobre este tema com a qualidade que se exige: “Portugal na porcelana da China, 500 anos de comércio”, de A. Varela Santos. Trata-se de uma edição bilingue, em vários volumes e em grande formato.
Ingleses, norte-americanos e holandeses, entre outros, publicam já há mais de 40 anos obras deste fôlego, sempre "puxando a brasa à sua sardinha" na descrição das diversas peças e no relevo que lhes é atribuído. Deseja-se que estes livros tenham boa divulgação para que possam servir de “embaixadores de Portugal no Mundo”, nas palavras do seu muito simpático autor, que hoje conheci pessoalmente.
Esta edição é também um exemplo para os académicos autores de livros de arte em Portugal, os tais escritos exclusivamente em português e que uma vez abertos se racham logo a meio …
De Serge Gainsbourg. A canção que poderia durar para sempre.
Je suis venu te dire que je m'en vais et tes larmes n'y pourront rien changer comm'dit si bien Verlaine "au vent mauvais" je suis venu te dire que je m'en vais
tu t'souviens des jours anciens et tu pleures tu suffoques, tu blémis à présent qu'a sonné l'heure
des adieux à jamais oui je suis au regret
d'te dire que je m'en vais oui je t'aimais, oui, mais
je suis venu te dire que je m'en vais tes sanglots longs n'y pourront rien changer comm'dit si bien Verlaine "au vent mauvais" je suis venu d'te dire que je m'en vais
tu t'souviens des jours heureux et tu pleures tu sanglotes, tu gémis à présent qu'a sonné l'heure
des adieux à jamais oui je suis au regret
d'te dire que je m'en vais car tu m'en as trop fait
je suis venu te dire que je m'en vais et tes larmes n'y pourront rien changer
Interessante viagem à cidade do Porto (Portugal), no distante ano de 1979, através das fotografias de Olle S. Nevenius, um fotógrafo sueco interessado por transportes públicos.
Deixa-se à consideração de todos o efeito da passagem do tempo pelo amado barítono Dietrich Fischer-Dieskau. Neste exemplo vemos "Im Frühling", Deutsch 882, de Franz Schubert, em 1959 e 1978.
Já quanto ao acompanhamento, deve ser unânime que Gerald Moore deixa muitas saudades. Sviatoslav Richter, em 1978, está perfeitamente "aos papéis".
Im Frühling
Still sitz ich an das Hügels Hang, Der Himmel ist so klar, Das Lüftchen spielt im grünen Tal. Wo ich beim ersten Frühlingsstrahl Einst, ach so glücklich war.
Wo ich an ihrer Seite ging So traulich und so nah, Und tief im dunklen Felsenquell Den schönen Himmel blau und hell Und sie im Himmel sah.
Sieh, wie der bunte Frühling schon Aus Knosp' und Blüte blickt! Nicht alle Blüten sind mir gleich, Am liebsten pflückt ich von dem Zweig, Von welchem sie gepflückt!
Denn alles ist wie damals noch, Die Blumen, das Gefild; Die Sonne scheint nicht minder hell, Nicht minder freundlich schwimmt im Quell Das blaue Himmelsbild.
Es wandeln nur sich Will und Wahn, Es wechseln Lust und Streit, Vorüber flieht der Liebe Glück, Und nur die Liebe bleit zurück, Die Lieb und ach, das Leid.
O wär ich doch ein Vöglein nur Dort an dem Wiesenhang, Dann blieb ich auf den Zweigen hier, Und säng ein süsses Lied von ihr, Den ganzen Sommer lang.
O ornitorrinco (do grego: ornitho, ave e rhynchus, bico) é um mamífero semi-aquático natural da Austrália.
Quando chegou a Inglaterra o primeiro espécime empalhado do ornitorrinco, em 1799, a comunidade científica não teve dúvidas: alguém, possivelmente algum taxidermista asiático, tinha costurado um bico de pato sobre o corpo de um animal semelhante a um castor. Uma óbvia fraude, um embuste!
Sa jeunesse, que Aznavour (1924) compôs aos 18 anos.
Lorsque l'on tient entre ses mains, cette richesse, Avoir vingt ans, des lendemains pleins de promesses, Quand l'amour sur nous se penche Pour nous offrir ses nuits blanches, Lorsque l'on voit loin devant soi rire, la vie, Brodée d'espoir, riche de joies et de folies, Il faut boire jusqu'à l'ivresse Sa jeunesse!
Car tous les instants De nos vingt ans Nous sont comptés Et jamais plus Le temps perdu Ne nous fait face, Il passe!
Souvent en vain on tend les mains, et l'on regrette, Il est trop tard, sur son chemin, rien ne l'arrête! On ne peut garder sans cesse Sa jeunesse.
Avant que ne sourire et nous quittons l'enfance, Avant que ne savoir la jeunesse s'en fuit. Cela semble si court que l'on est tout surpris qu'avant que ne comprendre On quitte l'existence.
Quando começaram as corridas de automóveis, houve necessidade de agrupar os carros por cores.
Ficou assim estabelecido que todos os automóveis alemães seriam brancos, todos os ingleses verdes (daí a cor "British Racing"), todos os franceses azuis e todos os italianos vermelhos (Rosso Corsa).
Esta regra só começou a ser abandonada em 1970, com o início dos patrocínios nas corridas internacionais. Ainda assim, muitos fabricantes, por amor à tradição, continuam ainda a usar este esquema de cores.
Imagine-se o mundo com outra convenção. Audi's verdes? Jaguares vermelhos? Ferraris azuis?
Ary dos Santos (7 de Dezembro de 1937 - 18 de Janeiro de 1984, há 25 anos). Era a tarde mais longa de todas as tardes que me acontecia Eu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e eu entardecia Era tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o beijo, mordia Quando à boca da noite surgiste na tarde tal rosa tardia
Quando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pedia E na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morria Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia
Meu amor, meu amor Minha estrela da tarde Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde Meu amor, meu amor Eu não tenho a certeza Se tu és a alegria ou se és a tristeza Meu amor, meu amor Eu não tenho a certeza
Foi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceram Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram
Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam Era a noite mais clara daqueles que à noite amando se deram E entre os braços da noite de tanto se amarem, vivendo morreram
Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso, se é pranto É por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no canto Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto
Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto!
A divertida canção de Natal “Os doze dias do Natal” é uma canção cumulativa que termina com:
“No décimo segundo dia de Natal o meu verdadeiro amor deu-me: doze tocadores de tambor, onze gaiteiros a tocar, dez lordes a saltar, nove senhoras a dançar, oito criadas a ordenhar, sete cisnes a nadar, seis gansos a chocar, cinco anéis dourados, quatro melros a cantar, três galinhas francesas, duas rolas e uma perdiz numa pereira...”
Com base nesta canção, o banco norte-americano PNC calcula, todos os anos, o indicador económico “Índice do Preço do Natal”. A compra do cabaz segue a ordem da canção, começando com a perdiz na pereira, no dia 25 de Dezembro, e terminando com a contratação dos 12 tocadores de tambor, a 5 de Janeiro.
Em 2008, o índice subiu 8,1% relativamente a 2007.
Em geral, os preços têm acompanhado o índice geral de preços para o consumidor e reflectem a realidade da economia, com o preço dos bens em queda e o preço dos serviços em grande subida.
Os sete cisnes são o artigo mais caro da lista. A perdiz é o artigo mais barato da lista e em 2008 podia comprar-se por 20 USD.
O índice também apresenta a alternativa de compra dos 364 “artigos” pela internet. Por esta via, o conjunto fica cerca de 2% mais caro, devido aos custos de transporte.
Aguarda-se a todo o momento a publicação dos números de 2009.
Como Kõlon é "membro", em grego, Cristo-vam Colon, um nome falso, quer dizer "membro dos que vão por Cristo", ou seja, um membro da Ordem de Cristo, do grande D. João II.
Esta é uma das várias pistas para desvendar o maior "cover up" da história, apresentadas no livro "O Mistério Colombo Revelado", de Manuel Rosa.
Este livro desmonta com precisão as versões alternativas e desastradas de historiadores estrangeiros, notavelmente desconhecedores da História de Portugal.
Mas haverá alguém que ainda acredite que (depois de um conveniente naufrágio) deu à costa um italiano ignaro, que de repente fica culto, escreve em português (ou em castelhano aportuguesado) e em latim? Um plebeu que acede a grandes segredos de estado e que, sem mais, faz parte da elite do Portugal Templário? Um modesto tecelão de lã que casa com uma nobre de sangue real e melhor partido da corte?
Curiosamente, fez parte da banda sonora deste Ano Novo a curiosa mistura entre os que duram, duram (como diria o Luis) e Milton Nascimento. Canta Milton:
Ama! Dança!
Senhora musa da paz Me abraça me carrega no teu andor Dormir no colo da dor Amiga, arrasa! A tua mão desenhou O sonho na areia Agora, entrega de vez Meu rumo E vida
Diga uma palavra alegre Manda um recado Que seja agora Faz o mundo ficar novo E dancar no colo do tal de amor
Diga uma palavra, Cara bem alegre Corre, manda logo um recado Me abraça Faz um clima doce Me arrepia! Chega de sufoco! Me põe louco! Me faz diamante Teu amante Dança ao som do vento Me ensina Basta de sufoco Nao faz jogo...